Foto: Eli Teixeira
Olá, meus amores!
Tudo bom com vocês? Esse clima de primavera realmente me deixou muito
inspirada, não só para falar sobre este assunto, mas também para dar aquela
mudada que o blog estava precisando, para ficar mais cheio de amor e alegria!
Sou da opinião de
que, muitas vezes, por conta da rotina super agitada ou da significativa
quantidade de compromissos que costumam fazer parte do nosso cotidiano, podemos
acabar não percebendo ou até sentindo certas coisas que acontecem, ao nosso
redor, assim como seus significados e influências em nossas vidas.
A própria primavera
se encaixa, como uma luva, neste contexto. Para algumas pessoas, ela é apenas
mais uma estação do ano, como o verão, o outono e o inverno. Para outras, um
mero sinônimo das mudanças nas paisagens naturais que nos cercam, que acabam
sendo tomadas pelas flores coloridas e vivas.
O que muita gente
pode acabar não imaginando, contudo, é que cada uma das quatro estações tem
suas particularidades e a primavera pode, muito bem, ser associada à renovação,
limpeza e até às grandes transformações.
Nesta época do ano,
presenciamos o florescer das plantas, que acabam deixando qualquer tipo de
ambiente preenchido, pelas mais diversas cores possíveis, e já vão se
despedindo das folhas mais secas do inverno, para a chegada de uma das épocas
mais alegres e iluminadas de suas vidas, que é o verão.
Foto: Eli Teixeira
Podemos, muito bem,
aproveitar esta “parte” do ciclo de vida das plantas (apenas um, aliás, entre
os vários que compõem a nossa própria existência, sem nem percebermos) para
refletir e até “aplicar” certos elementos dela em nossas rotinas. Por mais corridos
e loucos que sejam os nossos dias, não podemos simplesmente deixar de lado e/ou
apagar estes tipos de “pequenas coisas”, aquelas que realmente fazem a
diferença em nossa existência.
Usando o início desta
penúltima estação (aqui no Brasil) como um tipo de pretexto, assim como o
começo do último trimestre do ano (que também simboliza a reta final de outro
tipo de ciclo, mais um dos que nos “regem”, de certa maneira), é possível
pararmos para analisar o que fizemos, até o momento, antes de tentarmos, pelo
menos, seguir o exemplo das plantas e deixar florescer tudo o que há de bom em
nosso íntimo, nos desprendendo do que pode não mais valer a pena fazer/sentir/pensar/acreditar.
Muitos podem pensar ‘Nossa,
isso é muito fácil, faço isso diariamente’, mas não é bem assim. Por
experiência própria (até porque quero ter este texto como incentivo para meu
próprio cotidiano), admito ser um tanto complicado passar por mudanças,
principalmente as internas, que envolvem muito mais do que uma mera decisão
entre o que é “bom” ou “ruim”, como a “temida” opinião das pessoas ao redor
(inclusive aquelas que não sabem nada da sua vida, mas para as quais podemos
acabar dando certo poder, sem nem percebermos).
Com a denominada vida
em tempos velozes em curso, podemos acabar deixando de lado, mesmo que
involuntariamente, nossa essência e vários dos elementos principais do jeito de
ser que conservamos, dando lugar a uma maneira de viver mais automática/automatizada,
porém em que os outros conseguem interferir no que somos e fazemos, modificando
completamente aquele que deveria ser o curso natural das coisas, justamente
como acontece na natureza.
Que tal pensarmos em
aproveitar este novo período que se iniciou, incluindo a chegada de mais uma
estação e dos últimos três meses do ano, para deixarmos o medo de lado e
realizar as mudanças que desejamos em nossas vidas? Floresçamos, deixemos para trás
o que não nos faz bem e comecemos, mesmo que apenas com um único gesto, a
colocar em prática nossos sonhos mais importantes e profundos. Este pode ser o
tempo perfeito para tudo isso e não se deve esperar tanto para dar o primeiro
passo do que pode vir a ser uma boa época da vida.
Calma aí e que usemos
tantos começos e recomeços para fazer algo por nós mesmos. Por que não?
Foto: Eli Teixeira



Demais! Combina comigo. Tô nessa!
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